Oi pessoal tudo bem?
Fiquei muito tempo sem escrever e confesso que nos primeiros dias não senti diferença mas com o passar dos dias fui me desorganizando de tal forma que estou completamente compulsiva.
Hoje é dia dos pais e desde ontem estou com minha família e tive que passar boa parte do dia de ontem escutando minha mãe falar mal do meu pai para a minha tia (que é irmã dele) e minha tia concordar.
Triste isso! Acreditem meu pai não é santo, está bem longe de ser, mas não tem clima mais ruim do que aquele que tem fofoca e ainda, fofoca cheia de ódio.
Eu estava na casa da minha tia, esperando ela me dizer onde eu iria dormir e pedi para elas pararem, mas não paravam.
Eu que já estava compulsiva só piorei. Eu já estava jogado aos doces e então comi mais ainda, como se daquele modo eu fosse ficar surda.
Não adiantou. Não fiquei surda e me senti super culpada por estar comendo.
Pra vocês saberem o nível da conversa, minha mãe contou algumas traições do meu pai tim-tim por tim-tim.
É muito exaustivo, confesso que não vejo o sentido de as pessoas ficarem juntas se vão ficar falando de quem estão dessa forma para os outros. Pra mim isso não é amor, é posse. Mas eles optaram por viver assim e eu não tenho nada a fazer.
Estou exausta e até deprimida, pensa que é fácil ver alguém fazer a caveira do seu pai? Ainda mais na véspera do dias dos pais?
Como disso ele não é perfeito, mas como pai nunca me faltou nada e ele sempre me deu muito amor.
Espero estar melhor amanhã e conseguir não comer compulsivamente.
Abraço.
Aqui falo de minha luta para me livrar do comer compulsivo a fim de chegar em um peso saudável. Falo do lado bom e do ruim de seguir um plano alimentar. EU VOU CONSEGUIR!
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domingo, 10 de agosto de 2014
domingo, 20 de julho de 2014
Honesta
Minhas costas estão doendo, parece que levei um surra.
Eu realmente levei uma surra, estou apanhando de mim desde quinta (dia 17), me enfiei em um buraco e me joguei aos doces. Na verdade foram dois episódios de doces (quinta a partir das 21h e domingo a partir das 16h30), mas desde quinta que não venho bem e que comecei a dar umas beliscadas a mais depois de já estar satisfeita.
Hoje voltei da casa dos meus pais e cheguei na minha determinada a comprar remédios para emagrecer. O pensamento que eu tinha é que nunca vou conseguir e que estou cansada de ser gorda e ficar pensando em comida, estou casada de ver uma barra de chocolate e querer comer ela inteira. Também pensei em ir em uma nutricionista e resolver logo o meu caso.
Cheguei em casa, olhei na internet os remédios, pensei em olhar nutricionistas na minha cidade e então me dei conta que tinha uma reunião online de CCA. Então entrei na reunião e durante a reunião me dei conta que eu passei 26 dias sem comer açúcar e que isso nunca tinha acontecido na minha vida, também percebi que nesses mesmo período eu fui me tornando mais ativa e os sentimentos depressivos e depreciativos não estavam predominando, me dei conta que não ia adiantar eu tomar remédios e nem ir na nutricionista, isso foi o que eu sempre fiz. Não tem como dar certo. O que pode dar certo é mais uma vez largar o açúcar e seguir meu plano alimentar, cuidar da minha alimentação...
Então comecei a tentar entender o que desencadeou a minha recaída e agora é algo claro. Eu semana passada me candidatei a uma vaga na minha área, algo que não me sinto capaz mas aparentemente tenho currículo. Independente do resultado meu problema é que sempre acho que não vão me querer, que eu não vou servir, então eu nunca tentava nenhum emprego, dessa vez eu não pensei, eu peguei minhas experiências e coloquei minha cara a tapa. Também decidi não falar pra ninguém, então a angustia de ter feito algo novo, de ser avaliada, de talvez não entrar e de não falar nada pra ninguém me corroeu, por isso cada vez mais eu vejo que vou ter que escrever tudo aqui, como seu eu tivesse falando com Deus.
Então quero te dizer Deus: hoje eu me encontrei com meu namorado e suas filhas e fiquei com ciúmes da filha mais nova dele, ela disse que ia casar com ele e ele não disse nada. Eu entendo que ela tem 5 anos, está vivendo o fim do édipo, e tem o pai como ideal. Eu compreendo, mas apesar de racionalmente entender em fiquei com ciúmes e raiva da criança e dele por não falar nada, achei ele um bunda mole. Abraço Deus que vou dormir.
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